LANÇAMENTO: AS MEMÓRIAS DO SABUGO de JOÃO PEDRO ALVES
NO CONDADO DAS MEMÓRIAS
Lançar o primeiro livro é uma experiência única na carreira
literária de todo escritor, independente do gênero, do lugar ou do alcance que
sua literatura atinge neste momento que se torna um divisor de águas na sua
jornada pelas trilhas da escrita criativa.
Aqui neste cantinho de Minas Gerais há um germinar de novos
escritores que compartilham seus escritos, deixando seu legado para que conheçamos
sua arte com as palavras.
Compartilho a entrevista concedida a este blog pelo escritor
chaleense João Pedro Alves que lançará em breve seu primeiro fruto.
No dia 06 de setembro você irá lançar em Chalé o livro As
Memórias do Sabugo. É a sua primeira obra ou você tem outros lançamentos?
Sim, este é o meu primeiro livro publicado. Sempre gostei de
escrever, mas só agora decidi compartilhar uma obra completa com o público.
Escolhi Chalé para o lançamento porque é a minha terra e tem um significado
muito especial na minha história.
De que gênero é a obra As Memórias do Sabugo?
É uma obra de ficção, mas que mistura elementos históricos.
O Visconde viaja pela história do Brasil e encontra personagens reais do nosso
passado. Então o livro une fantasia, literatura infantil e juvenil, mas também
traz muito de história e reflexão para leitores de todas as idades.
O que te levou a escrever o livro? É uma referência ao
personagem do Sítio do Picapau Amarelo, Visconde de Sabugosa. Qual a relação do
livro com tal personagem?
O que me levou a escrever foi a vontade de unir duas
paixões: a história do Brasil e as histórias que marcaram minha infância, como
as do Sítio do Picapau Amarelo. Escolhi o Visconde porque ele sempre foi o
símbolo da sabedoria e da curiosidade. No meu livro, ele continua com esse
espírito questionador, mas agora viajando pela nossa história e dialogando com
personagens reais, ajudando o leitor a refletir sobre o passado e o presente do
nosso país.
Qual é o seu processo de escrita?
Meu processo de escrita nasce muito da observação e da
memória. Gosto de anotar ideias em qualquer lugar, às vezes até em pedaços de
papel. Depois vou costurando essas anotações em forma de narrativa. Escrevo
sempre pensando em como a história pode emocionar e ensinar ao mesmo tempo, e
reviso bastante até sentir que o texto está pronto para o leitor.
Você diz que sua obra é para jovens que ainda acreditam na força
da imaginação e para adultos que desejam reencontrar a criança que foram um
dia. O convite a estas buscas internas é feito de maneira direta ou indireta no
livro?
Esse convite aparece de forma indireta. O leitor acompanha
as aventuras do Visconde e, sem perceber, vai sendo levado a refletir, sonhar e
se reencontrar com a própria imaginação. É uma viagem que começa pelo livro,
mas que continua dentro de cada um.
Como estão as suas expectativas para o evento de lançamento?
Minhas expectativas estão cheias de alegria e emoção.
Publicar o primeiro livro já é algo marcante, mas lançar As Memórias do Sabugo
em Chalé, a minha cidade natal, torna tudo ainda mais especial. Espero que o
evento seja não apenas um lançamento, mas um verdadeiro encontro entre amigos,
familiares e leitores que acreditam na força da literatura. Quero que cada
pessoa presente sinta que também faz parte dessa história, porque o livro
nasceu desse chão e dessas memórias. Por isso, deixo aqui meu convite: no dia
06 de setembro, às 19 horas, no Salão Dom José Moreira, ao lado da Igreja
Matriz, estarei esperando todos para celebrarmos juntos esse momento tão
importante.
Agradecimentos a João Pedro Alves pela entrevista.
Obrigado pela leitura.

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